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Nos áureos tempos da Rádio Bandeirantes, o saudoso locutor Fiori Gigliotti anunciava, ao trilar do apito do árbitro: “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo, Torcida Brasileira!!!”.

Abrem-se as cortinas para um time de craques da literatura e do jornalismo abordarem um assunto que está na boca do povo: o apaixonante esporte chamado futebol, tão discutido nos botecos, bares, bancas de jornais, empresas, ônibus, metrô etc. Ainda mais quando o seu time do coração decide um campeonato ou quando a nossa Seleção Canarinho entra em campo na Copa do Mundo.

O futebol, ah, o football, esse milenar esporte difundido pelos ingleses no século XIX, pois chineses e japoneses já batiam uma bolinha havia mais de 2.000 anos. Segundo artigo da revista Super Interessante, o mais remoto ancestral do futebol moderno no Oriente talvez seja o tsu chu, jogado na China pelo menos desde o século 3 a.C. Mas aqui no Brasil ele foi introduzido por um brasense de nome Charles William Miller, que trouxe da Inglaterra, bolas, um par de chuteiras, um livro com as regras de futebol, uma bomba de ar e uniformes usados.

Considerado o Pai do Futebol Brasileiro, Charles Miller introduziu o futebol no Brasil no dia 14 de abril de 1895, na Várzea do Carmo, nas proximidades da Rua do Gasômetro, quando foi realizada a primeira partida entre os funcionários da Companhia de Gás de São Paulo e dos funcionários da São Paulo Railway.

Os aficionados por futebol, em especial do Santos, se lembram do time mágico que encantou o mundo na década de 1960, com o Rei Pelé, Coutinho, Pepe e cia., e anos depois, com a dupla Robinho e Diego, e o craque Neymar, que despontava para o futebol no time da Vila Belmiro.

Já os torcedores do São Paulo, se recordam com emoção do time imbatível que faturou o Bi Mundial em 1993/1994, comandado pelo mestre Telê Santana, e que tinha em seu elenco craques como Raí, Muller, Cafu, Palhinha, Toninho Cerezo, Ronaldão, Pintado, Zetti e outros. Os mais antigos são-paulinos vão se lembrar de Leônidas da Silva, o inventor da “bicicleta”, de Serginho Chulapa, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Pablo Forlán e outros.

Os amantes do Verdão, por sua vez, lembram com saudade das Academias das décadas de 60 e 70, com os craques Ademir da Guia - O Divino, Djalma Santos, Djalma Dias, Julinho Botelho, Dudu, Chinesinho, Tupãzinho, Leão, Luís Pereira, Zeca, Jorge Mendonça, Enéas, Edu, César Maluco, Leivinha e outros. Os palmeirenses mais jovens, de 30 ou 40 anos de idade, vão se lembrar do timaço da Era Parmalat, com Evair, Edilson, Edmundo, César Sampaio, Cléber, Antônio Carlos, Djalminha, Paulo Nunes, Oséas, Euller etc., cujo ápice foi a conquista da Taça Libertadores em 1999.

Por sua vez, os torcedores do Corinthians veneram até hoje a quebra do tabu, contra o imbatível Santos de Pelé, em 1968, e a outra quebra, de 23 anos sem títulos em 1977, na final do Paulistão contra a Ponte Preta, gol salvador de Basílio. Depois, veio a Democracia Corintiana, de Sócrates, Zenon e cia., e a conquista do Mundial de 2000 (sem ter conquistado a Taça Libertadores), na final contra o Vasco no Maracanã. Faziam parte daquele time jogadores como o goleirão Dida, Rincón, Luizão, Ricardinho, Marcelinho Carioca, Vampeta, Gamarra, e outros craques. No ano de 2012, veio o Bi Mundial no Japão contra os ingleses do Chelsea.

Em se tratando de Seleção Brasileira, com certeza, todos têm na memória as cinco Copas do Mundo conquistadas pelo Brasil, e dos esquadrões, talvez os mais marcantes foram os das Copas de 1958, 1962, 1970 e 1982, quando a Seleção encantou o mundo com o seu futebol arte.

Todo torcedor apaixonado por futebol têm na lembrança o seu jogo favorito, aquele que o marcou definitivamente. E também, o seu episódio inesquecível ou história pitoresca, seja assistindo no estádio (hoje modernas Arenas), ou apreciando uma transmissão esportiva no rádio ou na TV.

O meu jogo favorito, em especial, aconteceu em 12 de junho de 1993, na decisão do Campeonato Paulista envolvendo Palmeiras x Corinthians. Eu estava com 17 anos, e pela primeira vez, tinha o gosto de ver o meu time, Palmeiras, ser campeão. O placar, 4 a 0 para o Verdão - 3 a 0 no tempo normal e 1 a 0 na prorrogação, provocou euforia e lágrimas em mim e em todo torcedor alviverde.

É bem verdade que o futebol atual mudou bastante, há muita marcação, pouca técnica, os times se preocupam mais com o coletivo e o preparo físico, e são raros os craques que hoje aparecem, como Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo. Antigamente, muitos vieram da Várzea - infelizmente estão acabando com ela, hoje são poucos os campos de várzea existentes no País.

O esporte mais popular do planeta será abordado aqui por mim nesta obra e por outros ilustres apaixonados participantes. Nas próximas páginas, delicie-se, amante do futebol, com capítulos emocionantes do 1º aos 49 do segundo tempo, e com um acréscimo na prorrogação e disputa de pênaltis - haja coração! Vamos falar de futebol, sim, das grandes conquistas, dos grandes jogadores e dos grandes esquadrões que fizeram parte da história de nosso futebol. E começa o jogo!
Eduardo Martellotta


TEMAS / PARTICIPANTES


PREFÁCIO
por Eduardo Martellota

O DIÁRIO DE UMA VENCEDORA
1970: A COPA EM PRETO E BRANCO
MITOS DO FUTEBOL “PREFEREM” MORRER ÀS VÉSPERAS DAS COPAS
QUANDO OS BRASILEIROS FORAM CHAMADOS PELA PRIMEIRA VEZ DE “REIS DO FUTEBOL?”
ALÉM DE PATO E GANSO, SÃO PAULO TAMBÉM TEVE MARRECO
Geraldo Nunes

PAI DA BOLA CHARLES MILLER NASCEU NA MONSENHOR ANDRADE NO BRÁS
Eduardo Martellotta

PAIXÃO PELO FUTEBOL, SIM! MAS NEM TANTO!... OU…TALVEZ SIM
Manuel Morgado

AUMENTATIVO
Marco Antonio

EU E O FUTEBOL
Marcello Laranja

PALMEIRAS SEMPRE PALMEIRAS
O PADRE PALMEIRENSE
Domingos Antonio Ciarlariello

DIRCEU LOPES
NOVAMENTE NO GRAMADO
Daniel Teixeira

HILÁRIO JOGO ENTRE ATIBAIA X SÃO JOSÉ
BRASIL & PELÉ
Marly de Souza

A OVELHA ALVINEGRA DA FAMÍLIA!
MANUAL DE ALERTA PARA MULHERES EM TEMPOS DE COPA DO MUNDO
Vó Jacy de Castro


DADOS TÉCNICOS
TÍTULO:
Vamos falar de futebol?
AUTOR: diversos
EDITORA: Matarazzo
IDIOMA: Português
ENCADERNAÇÃO: Brochura P&B. Papel pólen soft 80 gr/m².
ILUSTRADO: sim
FORMATO: 14 x 21 cm
PÁGINAS: 108
ANO DO COPYRIGHT: 2018
ANO DE EDIÇÃO: 2018
ISBN: 978-85-69167-90-7





TEMAS / PARTICIPANTES

AS TANTAS FACES DE UMA CIDADE
Dr. Roberto Coelho

MENEGHETTI, O REI DOS LADRÕES
Geraldo Nunes

PRAÇA DA SÉ
MARGINAIS
VIADUTOS
ESTAÇÃO DA LUZ
Coradi

MACKENZIE, MACKENZITAS E “MACKENZICES”
MADAME POÇAS LEITÃO
Thais Matarazzo

SANTA IFIGÊNIA: A IGREJA E O VIADUTO
Edson Santana do Carmo

COMO ERA ELEGANTE E CHARMOSA A RUA BARÃO DE ITAPETININGA
Júlio Araújo

SÃO PAULO SOB O OLHAR DE UM SANTISTA
Silvio Henrique Martins

SÃO PAULO POR UMA CARIOCA
Sheyla Cruz do Valle

CORAÇÃO PAULISTA
Camila Giudice

TODO DIA, SÃO PAULO
Paula Rangel

FANÁTICA PELA VIDA E SEUS RODOPIOS
Glafira Menezes de Oliveira Corti

COMUM
Marco Antônio

SÃO PAULO DE TODOS
Ana Camargo

UM NOME, UM LOTEAMENTO, UM BAIRRO: BEM VINDO AO JARDIM ÂNGELA...
Christian Silva Martins de Mello Sznick

ICONOGRAFIA DA CIDADE



DADOS TÉCNICOS
TÍTULO:
Vamos Falar de São Paulo III?
AUTOR: diversos
EDITORA: Matarazzo
IDIOMA: Português
ENCADERNAÇÃO: Brochura P&B. Papel polen bold 90 gr/m².
ILUSTRADO: sim
FORMATO: 14 x 21 cm
PÁGINAS: 144
ANO DO COPYRIGHT: 2017
ANO DE EDIÇÃO: 2017
ISBN: 978-85-69167-78-9
EDIÇÃO: