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Camila Giudice & Rodrigo Gutenberg

Este livro artístico e historiográfico é uma apreciação sumária de nosso trabalho até aqui. A concepção deste formato foi discutida em uma noite na Padaria Santa Tereza, a mais antiga do Brasil, fundada em 1872. Destacamos o ensejo não só pela sua antiguidade, mas, por conta de ser um típico ambiente paulistano que desde o século XIX oportuniza a congregação de ideias da população, em seu recinto prazeroso e tranquilo, proporcionando, para nós, uma atmosfera histórica e artística. De fato, essa conjuntura, mesmo sem querer, contribuiu em organizar nossa obra, como que se fosse a Elã Vital que materializa a manifestação da força e glória que é um legado da Revolução Constitucionalista em todo o seu esplendor.

Já havíamos participado de outras publicações da Editora Matarazzo, por convite da própria Thaís Matarazzo, nossa grande amiga e proprietária da editora. E para O Relicário, não foi diferente. Por algum motivo, que justamente só ela pode responder, nos convidou para confeccionar uma literatura sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, tema da disciplina História Paulista, que ao longo dos anos tanto havíamos produzido trabalhos nas classes intelectuais e culturais. Consideramos um ótimo momento, pois há a maturidade necessária, com idoneidade, adquirindo gradativamente, ano após ano, ao lado de formadores de opinião e das mais altas instituições, públicas e privadas, divulgadoras da cultura, das artes e do pensamento.

O leitor encontrará nas páginas seguintes, uma pinacoteca e historiografia prospectada, permitindo que a seleção de obras pudesse expor fidedignos recortes da História pela Arte do movimento constitucionalista, representativo e valioso, um relicário no estrito sentido da palavra. Uma metodologia de novo ambiente que subsidiam cognição, erudição e o pensamento crítico.

Haja vista o déficit brutal de popularidade dos temas Revolução de 32 e Artes Plásticas, enfeixamos em nossas mãos esta nova maneira de falar sobre a arrancada heroica que tudo mobilizou e mudou a História do Brasil. Este é um resgate e semeio para aportar a perpetuação e a ideia de constitucionalização brasileira. Evidenciamos que a ideia aqui, não é dizer que este ou aquele sistema político é o ideal. Como notou Plutarco, um adulador não mostrará originalidade em sua escritura de História. Por outro lado, fica fácil perceber que há respeito e simpatia pelo movimento de 32 por nós, contudo, não há interferência emocional, pois o trabalho é ético, profissional.

A metáfora romântica, “A beleza está nos olhos de quem vê” existe, porém, não há como negar, pois é opinião pública e não a do historiador, a da artista plástica e muito menos a da editora, que a manutenção da memória da Revolução Constitucionalista de 1932 é fundamental à vida da democracia, substancial para o Estado Democrático de Direito. Sendo assim, não bastaria historiador, artista ou editora, é fulcral a disseminação desta memória através de toda a população. Exercendo a cidadania, dando exemplo de civismo e idealismo, ou seja, respeitando os princípios coletivos de convivência. Estes valores, só serão alcançados através do estudo, da produção científica e, claro, da divulgação coloquial de nossa História.

O leitor encontrará um resumo da História de 32 e terá a oportunidade de reconhecer tópicos específicos deste objeto intelectual, escrito por profissional de História e uma memorialista, artista plástica, parente de diversos participantes da Revolução.

Neste contexto, vários aspectos da cultura da Revolução Constitucionalista de 32 serão contemplados. Embasados em perquirições referendadas, em fonte primária, secundária e entrevistas com combatentes. Para tanto, o objeto que proporcionou e forjou os textos, foram as obras artísticas da profissional de Artes Plásticas.

A amálgama de nossos trabalhos compõe pintura, escultura, pesquisa, escrevedura, participação em muitos eventos, dedicação, persistência e muito respeito pelas cláusulas morais de nosso laborioso e heroico povo.

Embora os fatos históricos propostos neste livro sejam influenciados pelas pinturas, que nos trazem introspecção e emoções, o senso crítico e a metodologia do trabalho histórico foram preservados. Confeccionamos assim, laconicamente, para a conservação e subsistência, algumas páginas de História sobre gloriosa Revolução Constitucionalista de 1932.


CAPÍTULOS
OS ANTECEDENTES DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA
CARTÃO POSTAL MMDC
DOSSIÊ 23 DE MAIO - QUEM FORAM E O QUE FOI
VOLUNTÁRIO PAULISTA PAULO LOBATO GIUDICE...
ALVORADA CÍVICA - O ALTRUÍSMO NA REVOLUÇÃO
A DESPEDIDA DO SOLDADO PAULISTA
A MULHER - O QUE É O CORAÇÃO PAULISTA
MARIA SOLDADO
LEGIÃO NEGRA - A PÉROLA DA REVOLUÇÃO
LÁGRIMAS DE UM SOLDADO PAULISTA
SACROSSANTA CASA DE MISERICÓRDIA - A SERVIÇO DE SÃO PAULO
SOLDADO CONSTITUCIONALISTA
AS FORÇAS ARMADAS - O EXÉRCITO CONSTITUCIONALISTA
TÚNEL DA MANTIQUEIRA
O ARMISTÍCIO


DADOS TÉCNICOS
TÍTULO:
História e arte: relicário da Revolução de 32
AUTOR: Camila Giudice / Rodrigo Gutenberg
EDITORA: Matarazzo
IDIOMA: Português
ENCADERNAÇÃO: Brochura color. Papel pólen soft 80 gr/m².
ILUSTRADO: sim
FORMATO: 14 x 21 cm
PÁGINAS: 68
ANO DO COPYRIGHT: 2018
ANO DE EDIÇÃO: 2018
ISBN: 978-85-7124-000-1